Levantando-se
Deitando-se
A vida leva-me a viver morrendo
Cada dia um pouco mais
Nadando dentro da vibração
Você profere as palavras
Um quando está no topo
Um quando está no chão
Porque eu sou o único
Sou a única marionete
Perco a morte
Ganho a vida
Não gosto de perder em seus jogos
Você me denomina
Quando virei-me ao avesso no pensamento
Perdi a cabeça e ganhei a lucidez
Mas os sinais que vêm do céu
Dizem-me o contrário
Como em uma cachoeira:
Eu bebo do rio da vida livre
Ganhei grilhões
Bem alto você me olha
Escarro em tua face
Nada faz
Escarneço em tua face
Calmo permanece
Vem a chuva e não me molho
Vêm as brasas e não me queimo
Vem o mar e não nos afogamos
No mais:
Mergulhar...
Nem de longe faz meu gênero, mas cabe.
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