— Ele assumiu namoro.
Era o dia de seu aniversário.
Teimando em muitas vezes se esconder. Era bastante notório e até comum ao derramar sua vida sobre estranhos.
— Por que você tá contando isso pra ele?
— Sei lá. Ele é simpático.
A reprovação não existia.
— Eu não acredito em amor.
Não dava nem sequer para dizer que era a resposta mais fácil.
— Sabe quem eu vi? O Rafael, ele tava com uma menina no shopping. Ela era bonita.
— Por que você tá me dizendo isso?
— Sei lá. Por dizer.
— Eu não quero saber. Isso não me interessa. — interessava sim.
As amigas diziam o que sempre as amigas dizem, para seguir em frente, esquecer, curtir, etc.
No céu de Ana as estrelas só brilhavam à força, quando ela fechava os olhos todas se apagavam.
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